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:: Imagens & História
     


Imortais de 1925: Júlio, Antônio e Fortunato; Misael Romero, Aníbal Machado e Catulino Moreira; Leonardo, Pasqualito, Oliveira, Páschoa e João.

 


Ballejo ,maior artilheiro da história do Bagé.

 


Bagé de 1940: Campeão Municipal, Campeão do Interior e vice-campeão gaúcho.

 


Denica, tri-campeão da cidade em 1951/52/53. Atuou posteriormente no Grêmio e Fluminense.

 


Time campeão: 1952 (curiosidade: camisa com listras horizontais).Em pé: Saul Mujica, Saul Dias, Tico, Ário Soares, Nascimento e Haroldo; agachados, Denica, Ribeiro, Cross, Álvaro Soares e Ferro

 


Ataque 1952: esquerda para a direita, Denica, Sete, Oswaldo Cross, Álvaro Soares e Ferro.

 


Decisão do título da cidade em Porto Alegre: decisão inédita e Bagé Campeão.

 


Oswaldo Cross Protti, jogador jalde-negro e técnico campeão do Centenário.

 


Carlos Donazar Calvete foi o autor do milésimo gol jalde-negro, em 12 de agosto de 1951.

 


Foto do antigo pavilhão social do Bagé. O clube teve estas instalações destruídas por um vendaval em 1967.

 


Harold Willems Cavezzalle de Campos , goleiro campeão da cidade no início dos anos 50. Curiosidade: além de goleiro, dava aulas de álgebra.

 


Antônio Gomes de Souza, o Antoninho, foi o goleiro campeão do Centenário, em 1959, pelo Bagé.

 


Homero Blois Karam, campeão do Interior em 1964, pelo Bagé.

 


Marcos, jogador jalde-negro dos anos 60.

 


Pênalti conturbado: em 1956, jogadores jalde-negros impedem a cobrança de um pênalti num Ba-Gua e o jogo é interrompido. A Federação determina nova partida, recomeçando a partir do pênalti. No novo jogo, nova confusão e catimba. O pênalti finalmente é batido e ao final da partida a torcida jalde-negra coloca fogo nas arquibancadas (que eram de madeira) do estádio adversário, protestando.

 


José Ernâni da Rosa, o Tupanzinho, Campeão do Centenário, um dos maiores craques brasileiros da história, surgido no Bagé, em embarque para ir atuar no centro do país.

 


Paulo Roberto Rocha, começou a carreira no Grêmio de Porto Alegre, e no Bagé virou jogador símbolo dos anos 70, aliando raça, força e técnica. Defendeu o Bagé de 1971 a 1979, quando abandou os gramados aos 27 anos.

 


Válter Valêncio, autor do gol de número 2000 na história jalde-negra. O jogo foi em 1972, contra o Gaúcho e o Bagé perdia por 3 x 1 até os 40 minutos do 2º tempo e acabou empatado.

 


Galego, ao centro, foi o treinador que mais vezes comandou o Bagé. Foram 405 jogos

 


Orcina, volante voluntarioso e símbolo de raça no Bagé dos anos 70.

 


Jair Dourado Hoesel, um dos maiores goleadores da história moderna do Bagé. Marcou 59 gols, várias vezes em clássicos Ba-Gua.

 


Ademir Antunes dos Santos Vega, Ademir Vega,marcou sua passagem pelo jalde-negro. Jogador de extrema habilidade, goleador, aguerrido e um dos maiores craques da era moderna do Bagé. Polêmico dentro e fora de campo, teve um fim trágico sendo assassinado em São Gabriel.

 


Entrega da Taça de Campeão da Copa Governador do Estado de 1974, outro feito relevante dos jalde-negros.

 


Aguinaldo, jogador revelado pelo Bagé e autor do gol 3000 na história do jalde-negro.